Arla 32: o que é e qual a importância da certificação do produto

Tanque ARLA

Os empresários das áreas de transportes e postos de abastecimento precisam ficar atentos a prática de falsificação do Arla 32, cujo uso é obrigatório em caminhões e ônibus novos com motor Euro V, que agrega a tecnologia SCR (Redutor Catalítico Seletivo) e utiliza o Diesel S50. O composto é responsável pela redução das emissões de poluentes por automóveis movidos a diesel.

Afinal, o que faz o Arla?

O Arla 32 não é um aditivo ao diesel, e sim um fluido que atua no sistema de exaustão do veículo e é armazenado em tanque próprio. Por ser uma solução de ureia pura de alta qualidade, o número 32 refere-se ao percentual da substância no produto (32,5%). Já a palavra Arla significa Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo.

Os óxidos de Nitrogêneo (NOx) são compostos gasosos de nitrogênio e oxigênio, ou seja, os conhecidos monóxido de nitrogênio (NO) e dióxido de nitrogênio (NO2). Eles são emitidos na queima do combustível diesel e são nocivos ao sistema respiratório humano, além de fazerem parte da origem das chuvas ácidas.

Há diversos padrões mundiais de emissões de poluentes veiculares, incluindo o NOx (Óxidos de Nitrogênio). Para manter uma emissão mínima dele, é preciso utilizar o sistema SCR e o Arla 32. No Brasil, a legislação que controla esse uso é denominada Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) e é estabelecida pelo Ibama.

Normas de emissão

Parece complicado, mas não é. O Brasil acompanha normas internacionais sobre o uso do sistema que vem sendo implantado em todo o mundo desde o início da década de 1990. A tecnologia SCR/Arla 32, que começou na Europa, atualmente também vigora nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e China. O Brasil está na fase P-7 dessa implantação, desde janeiro de 2012, cujo limite de emissão de NOx é de 2,0 g/kWh.

O Arla 32 tem o uso aprovado no Brasil pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) desde que atende às especificações da norma ABNT NBR ISO 22241 e Portaria nº 139. O produto que está se tentando produzir, no Brasil, de forma caseira, obviamente, não apresenta as mesmas características de qualidade do produto original e pode ocasionar prejuízos irreversíveis ao catalisador, que é um dos componentes de custo mais alto desses veículos, podendo atingir até R$ 20 mil. Essa autopeça, com a tecnologia SCR, é essencial para baixar as taxas de emissão dos poluentes.

Consequências do uso do produto falsificado

Como falamos antes, as empresas transportadoras e os postos de combustíveis devem ficar atentos para não infringir as leis, seja por falta de atenção, seja por negligência. Se houver algum problema com o veículo em função do mau uso do Arla 32, o motorista poderá acusar o posto de vender produtos falsificados. E, no caso das empresas transportadoras, o prejuízo também pode ser grande se os motoristas, por conta própria, utilizarem o produto adulterado.

Como mostramos antes, a substituição de um catalisador com essa tecnologia pode ficar muito cara.

As empresas precisam ficar atentas em relação à certificação de produtos que utilizam ou comercializam, para não enfrentarem problemas financeiros e criminais. Fiscalização não marca hora para chegar, proteja-se com quem entende do assunto.

Quer saber mais sobre o ARLA 32 e como ele é certificado pelo Inmetro? Clique aqui!

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